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Polícia Marítima da Régua vai receber reforço

Actualmente, a Polícia Marítima do Peso da Régua conta com quatro elementos, um número “insuficiente”, para patrulhar um troço de 142 quilómetros do rio Douro. Nos meses de Verão, em resposta ao aumento do número de embarcações de recreio e lazer e com o trabalho de permanência de uma equipa no rio Sabor, o efectivo […]

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Actualmente, a Polícia Marítima do Peso da Régua conta com quatro elementos, um número “insuficiente”, para patrulhar um troço de 142 quilómetros do rio Douro. Nos meses de Verão, em resposta ao aumento do número de embarcações de recreio e lazer e com o trabalho de permanência de uma equipa no rio Sabor, o efectivo reguense daquela força militar vai receber um reforço de dois elementos

Começa, amanhã, a época balnear 2007 e, com a chegada do tempo mais aprazível e da época de férias, é cada vez maior o número de embarcações que percorre o rio Douro, as quais são controladas e fiscalizadas pela Polícia Marítima (PM) do Peso da Régua, uma força militar que exerce um papel crucial na área da Protecção Civil, estando marcado também para amanhã o início da permanência de uma equipa, na foz do rio Sabor, para garantir a segurança à pista de abastecimento dos aviões de combate aos incêndios florestais. Uma panóplia de funções, para uma equipa que será reforçada com mais dois elementos.

Segundo fonte da Marinha, os dois fuzileiros vão trabalhar no posto da Régua da Polícia Marítima, durante os próximos quatro meses. No entanto, prevê-se, ainda, que o quadro de pessoal daquela delegação seja complementado com mais dois efectivos, no âmbito da formação, a nível nacional, que está a ser levada a cabo pela PM, a 70 estagiários.

“Os profissionais ali deslocados, partindo da regra binómio de serviço, estarão a ser obrigados a praticar uma escala de serviço de 84 horas semanais”, denuncia o sindicato socioprofissional da Polícia Marítima, defendendo que o posto da Régua deveria funcionar com uma dezena de agentes.

Em comunicado, o mesmo organismo, presidido por Jorge Veloso Lopes, alerta para o facto de a PM “há cinco anos que não forma agentes. Tem o seu quadro de 513 lugares preenchido, apenas, por 441 profissionais, enquanto o crescimento de utentes lúdico/recreativos, nas zonas ribeirinhas, cresceu, aproximadamente, 300 por cento. Nos últimos anos, a Polícia Marítima manteve-se estagnada, em termos de crescimento de efectivos”, sublinham os sindicalistas.

No Posto da Régua, activado em 1989, os agentes Carlos Silva, Cesário Moura e Manuel Pereira, chefiados por Carlos Pinto e contando ainda com a colaboração do Sub-inspector Armando Barros são responsáveis não só pela actividade fluvial do rio entre a barragem de Carrapatelo e Barca de Alva, mas, ainda, pelo território abrangido nos 50 metros desde as margens do rio.

Com a via navegável aberta em toda a sua extensão, em 1990, o turismo fluvial tem florescido, nas águas durienses, sendo que a tendência de crescimento deste sector do turismo e lazer teve, ainda, um grande impulso, em 2001, altura em que o Douro recebeu o estatuto de Património Mundial da Humanidade.

Segundo António Barros, no “pico” da época de Verão chegam a passar, pelo Douro, entre 800 e 900 embarcações, sendo levantados, pelo Posto da Régua, uma média de 40 a 50 autos, por ano.

Para além de garantir a fiscalização, segurança e controlo da navegação, a PM tem ainda um importante papel, ao nível da Protecção Civil, quer na altura do Verão com a permanência de uma equipa para garantir a segurança na área de abastecimento dos aviões de combate aos incêndios florestais, no rio Sabor, como também na altura das cheias. À PM cabem, ainda, várias outras funções, no âmbito da defesa do Ambiente e da protecção da Saúde pública

 

Maria Meireles

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