Rui Araújo é cliente há mais de 40 anos. Tem uma loja do outro lado da rua da agência bancária e lamenta o seu encerramento. “Se não quisermos deixar este banco vamos ter que ir à Régua. No meu caso, se quiser fazer depósitos, vou ter de ir à Régua, que fica fora de mão”, refere, admitindo a hipótese de mudar de banco.
O mesmo diz Belmira Mendes, cliente “desde 1970, ainda era o banco Totta”. Esteve vários anos emigrada em França e quando vinha a Portugal “tratava dos assuntos na Régua”. Entretanto, “vim de vez para cá, o banco também abriu aqui em Tabuaço e foi uma coisa boa, porque até venho a pé tratar das coisas”.
Agora, com o anúncio do encerramento do balcão, pondera mudar de banco. “Nem sempre há transporte para a Régua. Se perco o autocarro das 11h00, tenho que ficar lá até às 16h00, é um dia perdido. E ir de táxi está fora de questão, porque fica muito caro. O mais certo é mudar de banco”, afirma.
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