Lisboa acolheu centenas de estudantes universitários, de todo o país, que saíram à rua para se manifestarem contra o descongelamento das propinas, e consequente aumento do valor das mesmas, a partir do próximo ano letivo.
O Governo anunciou, em setembro, que o valor das propinas vai passar, no ano letivo 2026/2027, dos atuais 697 euros para 710. Trata-se de um aumento de 13 euros, que à partida parece insignificante, mas que para estes alunos faz toda a diferença.
Com cartazes onde se lia “as propinas têm de acabar, não aumentar”, “bolsas sim, propinas não” ou “tudo aumenta, a luta aumenta”, os estudantes protestaram debaixo de chuva, no mesmo dia em que era votada a proposta do Orçamento do Estado para 2026.
“Os estudantes estão aqui hoje sobretudo contra o aumento das propinas, mas também para reivindicar os seus direitos enquanto estudantes do ensino superior”, afirmou Carolina Ferreira, da Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (AEFLUL). “Seja pela falta de residências, pela falta de camas, pela falta de ação social ou pela precariedade das instituições”, acrescentou.
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