Segunda-feira, 20 de Abril de 2026
NacionalPrimeiro-ministro diz que ninguém vai ser esquecido ou ficar para trás

Primeiro-ministro diz que ninguém vai ser esquecido ou ficar para trás

Luís Montenegro assegurou hoje, em Coimbra, que ninguém vai ficar esquecido neste período de maior emergência nem ficar "para trás" no dia seguinte, afirmando que todas as capacidades no terreno estão a ser aproveitadas.

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O primeiro-ministro participou hoje numa reunião nas instalações da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), em Coimbra, que contou com a presença do Presidente da República, da ministra do Ambiente, dos secretários de Estado da Proteção Civil e Administração Local, de vários autarcas e do presidente da APA.

Em declarações aos jornalistas, Luís Montenegro assegurou que “ninguém está esquecido e ninguém vai ficar para trás”.

“Nós sabemos que estamos com um nível de exigência individual e familiar muito intenso. Há pessoas que se confrontam com a circunstância de não terem acesso às suas casas, de não terem a possibilidade de fazer a sua vida normal, levar os filhos às escolas, poderem ir trabalhar, tratar de outros membros da família e daquilo que é seu”, referiu, lamentando que algumas pessoas não tenham ainda visto reposto o fornecimento de energia elétrica nas suas casas e que ainda tenham algumas dificuldades de comunicação.

O primeiro-ministro aproveitou, também, para “deixar uma palavra de grande confiança àqueles que, no terreno, estão a protagonizar todas as operações tendentes a salvaguardar a vida das pessoas, bens das pessoas, nomeadamente os autarcas de município e de freguesia. Se há altura em que nós podemos também concluir que a nossa organização administrativa precisa desta rede, que no território as freguesias acrescentam, é esta”, afirmou.

E salienta o facto de, no seu entender, todas as entidades do Estado, forças e serviços de segurança estarem a fazer “um trabalho inexcedível de contacto com as populações, para lhes explicar as medidas preventivas que é preciso tomar, para as sensibilizar e para as ajudar, nomeadamente a sair de casa”.

Por fim, Luís Montenegro destacou as entidades do setor social e da saúde que têm estado “em prevenção máxima para não faltar nada dentro daquilo que é a gestão de uma situação nunca 100% previsível”.


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