Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2026
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Professora agredida por mãe de aluno

Sem saber porquê e em pleno recreio, uma professora foi agredida, à bofetada, por uma mulher, diante dos alunos. Tal atitude está a provocar revolta, no estabelecimento de ensino em que isto aconteceu. A Associação de Pais vai reunir. Uma professora, de 28 anos, da Escola Básica n.º 3 de Godim, foi agredida, à bofetada, […]

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Sem saber porquê e em pleno recreio, uma professora foi agredida, à bofetada, por uma mulher, diante dos alunos. Tal atitude está a provocar revolta, no estabelecimento de ensino em que isto aconteceu. A Associação de Pais vai reunir.

Uma professora, de 28 anos, da Escola Básica n.º 3 de Godim, foi agredida, à bofetada, pela mãe de um aluno, na própria escola. Tudo aconteceu por volta das 15.30 horas de anteontem, num dos intervalos das aulas da tarde. Quando a docente, moradora na zona da Régua, caminhava na área de recreio, foi subitamente interpelada por uma mulher, entre os 35 e 40 anos de idade, moradora no Bairro Verde, que se abeirou dela e a agrediu, no rosto. A agressão aconteceu diante de alguns alunos que, na altura, brincavam na zona de recreio, havendo muita confusão, na altura. Atordoada e surpreendida pelo sucedido, a professora nem sequer reagiu e ter-se-á interrogado sobre a razão porque terá sido agredida. De referir que a agressora surgiu diante da professora, acompanhada pelo seu filho, de 13 anos, aluno do 4.º ano do mesmo estabelecimento de ensino. Após a agressão, ainda foi para o exterior da escola, a vitoriar o seu feito e a gabar-se do que tinha cometido.

O assunto foi comunicado ao Conselho Executivo da escola que está a averiguar esta agressão. A professora em causa está na Escola n.º 3, há três anos, sendo bem considerada por colegas, alunos e encarregados de educação.

Em declarações, ao Nosso Jornal, um encarregado de educação interrogou-se sobre “como foi possível a agressora ter entrado nas instalações da escola”.

Este não foi o primeiro caso de violência, neste estabelecimento de ensino, já que, no ano passado, alguns encarregados de educação, de etnia cigana, queriam fazer justiça, pelas próprias mãos, a alguns alunos e docentes.

Ao que apurámos, vai haver, em breve, uma reunião da Associação de Pais, para abordar o “clima de insegurança “, na escola.

 

Jmcardoso

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