A iniciativa surge na sequência da concessão mineira denominada “C-192 – ADAGOI”, localizada nas freguesias de Capeludos e Bragado. No documento, os subscritores identificam-se como “cidadãos preocupados com a defesa do ambiente, da saúde pública e do desenvolvimento sustentável” e declaram a sua oposição ao avanço da exploração.
Segundo a petição, a atividade está enquadrada num contrato de concessão celebrado entre o Estado Português e a entidade concessionária, estando sujeita a avaliação de impacto ambiental, consulta pública e salvaguarda dos valores ambientais, paisagísticos e sociais da região.
Os subscritores alertam para os “potenciais impactos negativos da exploração mineira (quartzo, feldspato e lítio) nos recursos hídricos, solos, biodiversidade e paisagem local”, bem como para os riscos para a saúde e qualidade de vida das populações. Destacam ainda a “insuficiente clarificação pública quanto às medidas de mitigação, recuperação ambiental e garantias financeiras previstas no contrato”, invocando o princípio da precaução.
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