No texto da petição pode ler-se que os subscritores estão preocupados “com o estado dos serviços de saúde prestados à população local” e exigem “que se tomem medidas para reforçar os meios do SNS”.
O documento, que foi discutido na reunião do dia 31 de janeiro da Comissão Concelhia do PCP, destaca que as queixas mais recorrentes dos utentes são a “escassez de médicos de família”, a “redução de horários e serviços nas unidades de saúde locais”, os “longos tempos de espera para consultas, exames e referenciações hospitalares”, a “falta de recursos humanos e materiais, afetando a qualidade do atendimento, as “dificuldades no acesso a cuidados continuados e apoio domiciliário” e as “deslocações forçadas para outros concelhos”.
Como tal, pedem que sejam tomadas medidas “urgentes”, que passam pela reposição do Serviço de Atendimento de Situações Urgentes (SASU), o reforço no número de profissionais de saúde, a garantida de médico de família para “todos os utentes do concelho”, a reposição dos horários e dos serviços e, ainda, “um investimento em infraestruturas, equipamentos e meios de diagnóstico”.
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