Esta ação, embora simbólica, reveste-se de particular importância ecológica, territorial e estratégica, tal como explicou à VTM Teresa Gonçalves, representante do Baldio Souto e Outeiro.
“Estamos a fazer um estudo de campo, vedando três hectares do baldio, onde não haverá pastoreio, para que as árvores conseguiam crescer em harmonia com a natureza”. Ou seja, o espaço “estará protegido, onde a regeneração natural também pode seguir o seu curso normal e onde foram plantadas duas mil árvores”.
“Este projeto poderá vir a ser replicado por toda a área de baldio, que são quase 400 hectares”
TERESA GONÇALVES
Baldio de Souto e Outeiro
Com incêndios recorrentes nesta zona, este é um baldio que está praticamente “despido” de árvores. “Se os pinheiros ardem durante vários anos, todos os sementões desaparecem e fica o terreno nu, levando à invasão de giestas e outra vegetação que não ajuda a preservar os terrenos baldios”, frisa Teresa Gonçalves, adiantando que o objetivo “é
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