A região de Trás-os-Montes e Alto Douro, tal como outras zonas do interior, tem sido apontada como particularmente afetada por constrangimentos na capacidade de resposta dos serviços, resultado da acumulação de trabalho e da escassez de profissionais.
Confrontada com estas dificuldades, a governante reconheceu a fragilidade no setor. “Evidentemente que há sempre constrangimentos, porque o IRN (Instituto dos Registos e do Notariado) teve um desinvestimento de mais de 20 anos. Ao longo destes anos não foi contratada uma única pessoa para o IRN, nem houve concursos para conservadores ou oficiais de registo”, afirmou.
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