Quinta-feira, 18 de Agosto de 2022
Agostinho Chaves
Agostinho Chaves
Trata o jornalismo por tu. Colabora com a VTM há mais de 25 anos. Foi Diretor entre 2014 e 2019. Passou por meios de comunicação nacionais, como o Comércio do Porto e a Rádio Renascença.

“Ser mau até morrer”

Já passou o tempo da guilhotina para dar cumprimento à pena de morte. Mas ainda não acabou a mentalidade assassina de quem usa a decapitação como forma de exprimir e evidenciar argumentos através da chantagem.

-PUB-

É absolutamente catastrófica essa ideia de que a sociedade mudará se a morte for apresentada como remédio para os males do mundo. É aterrador termos de assistir a este vandalismo do século XXI, reforçado pela força do audiovisual, das televisões e da internet.

Se o poeta dizia que “o mundo pula e avança”, é certo que está a pular e a avançar pela via do genocídio, das execuções sumárias, do desrespeito pelos outros (pirataria; espionagem – ai, o uso dos “drones”, muito em breve); pelo capitalismo agressivamente selvagem; pelo desprezo dos direitos humanos e das instituições sociais, políticas ou religiosas; pelo uso exacerbado de armamento cada vez mais sofisticado e pesado; pela extinção dos predicados

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