Para Alcino Pires, presidente da Associação Portuguesa da Castanha (Refcast), o setor enfrenta dificuldades que exigem uma mudança nos atuais modelos de produção. “Todas as culturas associadas às regiões de montanha têm problemas específicos que se têm vindo a agravar nos últimos anos, sobretudo devido às alterações climáticas”, afirma.
O responsável aponta ainda a saída dos jovens das zonas produtoras como um dos principais problemas e defende a modernização dos soutos. “Temos também a fuga dos jovens das zonas de produção de castanha e todo este contexto leva a repensar a forma como a castanha é produzida, visto tratar-se de uma cultura extensiva em que se deixou praticamente crescer o souto de forma natural”.
A mecanização surge, neste contexto, como uma das principais respostas para reduzir a dependência da mão de obra e tornar a atividade mais eficiente. Segundo Alcino Pires, a modernização permitirá “aumentar a produtividade, melhorar o rendimento dos agricultores e facilitar a atividade das agroindústrias”.
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€


