As críticas surgem na sequência da resposta do executivo liderado por Luís Montenegro ao pedido de esclarecimento do Partido Comunista Português (PCP) na Assembleia da República sobre o futuro da unidade.
Segundo o sindicato, o Governo reconhece a “importância territorial” da infraestrutura e os impactos que o seu eventual encerramento teria, mas não apresenta “uma única medida, um compromisso, uma solução ou sequer uma intenção concreta de intervenção”, remetendo responsabilidades para os municípios de Mirandela e Vil a Flor e para o processo de insolvência.
Para o SINTAB, a posição do Governo ganha particular significado depois de o Conselho de Ministros ter reunido em Bragança, a 9 de setembro, num contexto de valorização do interior. “Não se pode deslocar um Conselho de Ministros a Bragança para proclamar a importância do interior” e, perante uma infraestrutura considerada fundamental para a região, limitar-se a acompanhar a situação caso encerre, defende.
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