Em comunicado, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL) revela que a greve serve para reivindicar, entre outras matérias, o “aumento dos salários num mínimo de 100 euros, atualização do salário mínimo na empresa para 850 euros e do subsídio de refeição para 9 euros/dia, assim como a fixação do período de trabalho em sete horas diárias, 35 horas por semana e 25 dias de férias”.
Na mesma nota, o STAL revela que os trabalhadores do setor da recolha de resíduos e limpeza urbana “estão na linha da frente na prestação de serviços fundamentais às populações garantindo a saúde pública”. E, “apesar dos baixos salários e a exposição diária a elevados riscos, os trabalhadores assumem esta missão de serviço público”.
Os trabalhadores “exigem respeito e a dignificação das funções que exercem e a melhoria urgente das condições em que trabalham”. Pelo que está nas “mãos” da FCC Environment Portugal encetar uma “negociação séria com o STAL e os trabalhadores que uniformize as regras laborais para todos os trabalhadores, que promova e garanta a valorização remuneratória, a dignificação profissional e o pleno respeito pelas normas de Segurança e Saúde no Trabalho”.


