Em comunicado, a Unidade de Saúde Pública (USP) revela que a exposição ao fumo de incêndios apresenta “riscos significativos para a saúde”, uma vez que o fumo contém “elevados níveis de partículas e toxinas que podem causar efeitos nocivos a nível respiratório, cardiovascular e oftalmológico, entre outros”.
Desta forma, a USP divulga um conjunto de informações e medidas que devem ser adotadas pela população.
“Deve a exposição ao fumo, mantendo-se dentro de casa com janelas e portas fechadas, em ambiente fresco. Evitar atividades ao ar livre e não utilizar fontes de combustão dentro de casa como aparelhos a gás ou lenha, tabaco, velas, incenso, entre outros”.
Deve ainda utilizar “máscara/respirador (FFP2), sempre que a exposição ao fumo for inevitável. Manter a medicação habitual. Se tem doenças associadas, como asma ou doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), siga as indicações do seu médico, especialmente se notar agravamento dos sintomas”.
A USP refere ainda que deve estar “atento aos sintomas de intoxicação pelo fumo: dor no peito, dificuldade em respirar, espirros, tosse, ardor nos olhos, nariz ou garganta, tonturas, perda de consciência, assim como manter-se informado, hidratado e fresco”.
Os principais sintomas exposição ao fumo de incêndio é irritação nos olhos, nariz e garganta; tosse persistente; sensação de falta de ar; dor ou aperto no peito; e fadiga.
Mais informações:
Ligue para o SNS 24: 808 24 24 24 e consulte o site da Direção-Geral da Saúde: www.dgs.pt.







