O reconhecimento foi atribuído ao projeto ‘Via Verde SAOS’, que estabelece um protocolo de colaboração entre os cuidados de saúde primários e secundários para agilizar o diagnóstico e o tratamento de doentes com alto risco de Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS).
Jaime Ribeiro, médico na USF Corgo, e um dos responsáveis pelo projeto, sublinha a relevância da iniciativa face ao problema global do subdiagnóstico. “Esta doença é altamente subdiagnosticada a nível mundial e Portugal não é exceção”, explicou o profissional de saúde à VTM. “A larga maioria das pessoas que tem esta doença num grau moderado a grave não tem o diagnóstico.”
A SAOS, caracterizada por colapsos da via aérea durante o sono e períodos de má oxigenação, acarreta uma morbimortalidade muito importante. As consequências incluem um aumento do risco de complicações cardiovasculares graves, como enfarte e acidentes vasculares cerebrais, além do agravamento de doenças existentes, como a hipertensão e a diabetes. A sonolência excessiva, um sintoma comum, também aumenta significativamente a probabilidade de acidentes diários.
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