De acordo com o presidente da câmara municipal, Luís Fernandes, a iniciativa “contempla 12 aldeias consideradas de maior risco”, combinando ações de limpeza de terrenos e gestão de combustível com a criação de pontos de água estratégicos para apoio ao combate às chamas.
As primeiras intervenções decorreram nas localidades de Armoniz e Caroceiras. Em Armoniz foram realizados trabalhos de limpeza e gestão de vegetação, além da instalação de um reservatório e da recuperação de um poço. Já em Caroceiras foi instalado um reservatório de água e recuperado um poço de rega.
Os trabalhos arrancaram no final de 2025 e já passaram também por Moás, Vale de Janeiro, Ferreiros, Cidões, Pinheiro Novo e Brito de Baixo, onde foram reforçados os perímetros de segurança e promovida uma ocupação do solo mais sustentável.
Na próxima semana deverá ser lançado concurso público para estender as intervenções às aldeias de Montouto, Soutilha, Landedo e Dine. A autarquia prevê que o programa esteja concluído até ao verão.
Recorde-se que o concelho foi um dos mais afetados pelos incêndios florestais no verão de 2025, contexto que reforçou, segundo a autarquia, a necessidade de apostar em “medidas preventivas e na proteção das populações e do património natural”.
O investimento ronda os 440 mil euros, sendo financiado a 100% pelo Fundo Ambiental.



