Domingo, 14 de Agosto de 2022

Visita Pastoral a Santa Maria de Adoufe

Após dois anos tão conturbados por uma pandemia, eis que chegaram os dias em que fomos lisonjeados e privilegiados pela visita do nosso bispo diocesano, D. António Augusto Azevedo.

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Num programa bastante extenso, orientado e organizado pelo nosso pároco, Manuel Coutinho, que com tanta preocupação e empenho nos fez ver a importância desta visita.

Acompanhado pelo diácono Matos, enfermeiro Albano e pároco dirigiram-se em primeiro lugar à Casa de Acolhimento “Mimar e Aconchegar”, orientada e fundada pela enfermeira Patrícia, em Gravelos, assim como a outros doentes, idosos e mais fragilizados. Seguiu-se um encontro com todo o pessoal catequético e ligado às atividades da Igreja.

No sábado, deslocaram-se à sede da União de Freguesias de Adoufe e Vilarinho da Samardã, onde se puderam inteirar das principais dificuldades e do bom gerir das mesmas, assim como a previsão para o futuro e outras realidades concretas a efetuar. Seguiu-se a visita às capelanias, a começar por Gravelos, Testeira, Borbelinha, Vila Seca, Paredes, Coêdo e Escariz.

À tarde caminhou-se até ao Centro Social, Cultural, Recreativo e Desportivo “Mãos à Obra”, no Couto, fundado e dinamizado tantos e tantos anos pela D. Hermínia, senhora de 97 anos que só pelo título, nos aponta para um património inigualável que deixa para os seus, que tão bem a acompanharam na sua colaboração e para as gentes do seu povo. Com gosto, prazer e admiração foi escutada pelos presentes, nomeadamente o senhor bispo, o único que não conhecia tal faceta e a da sua família. Enquanto preparavam um singelo lanche, foi reunida a comissão fabriqueira, onde apelou para a seriedade e responsabilidade dessa comissão. Ouviu muitas das nossas dúvidas e dificuldades, esclarecendo-nos com as suas eficientes opiniões e alertando-nos para a necessidade de um fundo de maneio nas contas da Igreja para qualquer eventualidade que surja. “Todos temos uma mãe e a Igreja de Santa Maria de Adoufe é a nossa Mãe, sinal de união de Deus com os Homens. Nela fomos, batizados, fizemos a Primeira Comunhão, Profissão de Fé, o Matrimónio e mesmo as solenidades na passagem deste mundo para junto do Eterno Amor. Sendo assim, todos temos de a zelar, de a embelezar, de a cuidar, de a manter, tendo sempre em conta as suas necessidades e não sacrificar uns em prol de outros”. Seguiu-se o encontro com os crismandos na Igreja Mãe.

Foram 30 jovens que professaram com entusiasmo e fé, o sacramento em que se ratifica a graça do Batismo, ou seja, o Sacramento da Confirmação. A receção ao senhor Bispo e todo o decorrer da cerimónia foi linda e comovente, o coro, as leituras, o ofertório, a homilia onde se salientou que o Santo Crisma não é o culminar de uma etapa bonita e religiosa, mas a perseverança na fé através de muitas outras atividades ligadas à Igreja: leitores, cantores, catequistas, missionários etc. Esperemos que esta fé não esmoreça, mas seja um começo ou continuação de novas esperanças, novos caminhos que nos elevem até Deus.

Obrigado ao “D. António pela sua simpatia, amabilidade e carinho com que tratou as pessoas da nossa freguesia”.

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