A Fundação da Casa de Mateus, em Vila Real, celebra o 55.º aniversário entre 3 e 7 de dezembro com um programa que inclui um concerto solidário, uma exposição de fotografia e um dia aberto à comunidade local.
A diretora executiva da Fundação da Casa de Mateus, Teresa Albuquerque, disse hoje, citada em comunicado, que o dia 03 de dezembro marca o início de uma programação à volta do tema “Uma casa do mundo” que conduzirá até ao 60.º aniversário desta fundação, em 2030.
O palácio de Mateus, finalizado em 1744 e reconhecido como monumento nacional desde 1910, é também a principal atração turística de Vila Real.
As comemorações arrancam com a conferência “Que Mundo Queremos em 2048?”, apresentada por Alfons Cornella, fundador do Institute of Next. No dia a seguir inaugura-se a exposição de fotografia “Ode à la Mémoire do meu Morgado de Mateus”, de Ana Paganini.
O primeiro dia aberto da temporada acontece no domingo, dia 7 de dezembro, com entrada livre para os habitantes do concelho de Vila Real. A iniciativa convida o público a descobrir os jardins, o parque e o conjunto arquitetónico.
As comemorações encerram nesse mesmo dia, com o concerto solidário “Caprichos Fadistas”, com Eliseu Silva (violino), em benefício da Associação Música Esperança Portugal (AMEP).
Segundo a Casa de Mateus, o espetáculo celebra o fado como património imaterial da humanidade e presta homenagem a figuras como Amália Rodrigues, Carlos Paredes e José Afonso, evocando também os 240 anos do nascimento de Niccolò Paganini.
O programa inclui ainda apresentação da segunda edição do livro “Sermão ao Meu Sucessor”, de Fernando Mascarenhas, com a participação de António Mascarenhas e Roberto Merril.
No ano passado, a Casa de Mateus recebeu 113 mil visitantes, estando a conseguir uma recuperação gradual dos números pré-covid-19. Os turistas chegam de países como os Estados Unidos da América, Coreia do Sul, Espanha ou Brasil.



