Alexandre Favaios, presidente da Câmara de Vila Real, referiu que “hoje é um dia muito feliz para Vila Real e para o barro preto de Bisalhães”, em que se pretende “preservar a identidade”, num investimento a rondar os 550 mil euros.
O novo museu vai ser criado numa casa de habitação com cerca de 250 metros quadrados que remonta ao século XVIII, altura em que os oleiros se fixaram nesta aldeia, uma vez que o centro da olaria era em Lordelo.
No espaço ainda há vestígios da existência de uma oficina de olaria e um forno onde se coziam as peças de barro. O projeto do novo museu prevê deixar alguns traços da habitação e construir uma parte nova, que ficará encaixada na existente. O museu terá um espaço expositivo, um pequeno auditório e uma oficina experimental. Artigo exclusivo PREMIUM
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