Ana Rita Dias, presidente da câmara municipal, considera que a Feira das Cebolas de Vila Pouca de Aguiar “é o mais tradicional acontecimento económico e cultural que se realiza no concelho, anualmente”, acrescentando que a valorização deste evento nas vertentes comercial e turística “é uma mais-valia para produtores, comerciantes e comunidade”.
No total, cerca de 25 toneladas de cebolas vão estar à venda, sendo que a autarquia espera muito gente na edição deste ano. “Temos um programa vasto, onde destaco concurso pecuário, a mostra de carneiros e chegas de bois, mas também as corridas de cavalos de passo travado, que tem sempre uma grande adesão das pessoas”, sublinha a autarca.
No dia 25, a feira das cebolas (praça Luís de Camões), a mostra de produtos locais (praça Camilo Castelo Branco), a feira regular (praça João Paulo II) e o mercado dos frescos (Mercado Municipal) incluem atividades desde as oito da manhã até às 22 horas.
Durante a manhã, haverá mostra e venda de produtos, Concurso Nacional de Cabra Bravia, desfolhada com os jardins de infância, teatro de rua pela Filandorra, Concurso da Maior Cebola, degustação do caldo de cebola e almoços nas tasquinhas e restaurantes locais. De tarde, o Concurso Pecuário, a Mostra de Carneiros e Chegas de Bois vão decorrer juntos aos campos do Complexo Desportivo e, após os jantares nas tasquinhas no centro da vila, vai realizar-se a Desfolhada à Moda Antiga com animação pela Associação Cultural, Recreativa e Social do Alvão.
No dia 26 de setembro, a manhã será preenchida pela mostra e venda de produtos locais, a degustação de caldo de cebola e almoços nas tasquinhas e restaurantes locais. De tarde, o Campeonato do Jogo do Malhão, a Corrida de Burros e a Corrida de Cavalos de Passo Travado vão decorrer junto à pista do Complexo Desportivo e, após os jantares nas tasquinhas no centro da vila, vai realizar-se o Baile das Cebolas com o artista Zé Amaro que com a sua música romântica e popular portuguesa promete um concerto de ouro a fechar a Feira das Cebolas.
Segundo a autarquia, o mais antigo documento em que a feira vem referida tem mais de 700 anos. “Os documentos mostram que em 1319 esta feira foi proibida por D. Fernando, por prejudicar a feira de Vila Real. Sendo que a restituição da feira acontece em setembro de 1417, por D. João I.

