Agostinho Chaves
Agostinho Chaves
Trata o jornalismo por tu. Colabora com a VTM há mais de 25 anos. Foi Diretor entre 2014 e 2019. Passou por meios de comunicação nacionais, como o Comércio do Porto e a Rádio Renascença.

71 anos

Mais um ano de vida, em 2018, de um órgão de comunicação social que é também uma instituição vila-realense.

 

“A Voz de Trás-os-Montes” cumpre o 71º aniversário, num ano em que a sua equipa tudo faz para manter elevado o patamar a que o jornal se alcandorou, ano após ano, integrando-se com muito a-propósito nos grandes acontecimentos da região (sem descurar os da globalidade do país e até do mundo) e nas vivências quotidianas (com expressão semanal) das famílias, das pessoas, das associações e agremiações, das entidades que fazem movimentar a nossa terra, sejam as militares, as comerciais, as industriais, as económicas, as universitárias, encarando os problemas, as virtudes e as realidades nas etnias, na política, na justiça, cultura, no desporto, na Igreja, na educação e na saúde.

Porque um órgão de comunicação social como “A Voz de Trás-os-Montes” não pode existir isolado da comunidade de que faz parte. As cidades, as freguesias, os bairros, os mais diversificados lugares da nossa terra têm aqui a plataforma ideal para que seja sentida a sua voz. Uma autêntica, verdadeira e expressiva voz de Trás-os-Montes.

Honramos o passado, vivemos o presente, perspetivamos o futuro, na certeza de que nos nortearão sempre os elementares valores e os princípios essenciais da verdade, da ética, da responsabilidade, da solidariedade, no direito que todos temos à informação e à formação.

-PUB-

Este era o lema de António Maria Cardoso que nos antecedeu na direção deste jornal. Continua vivo e atuante.

Saudamos a enorme família deste semanário. Os que nele trabalham, os que o apoiam, também os que o criticam. Os anunciantes, os assinantes, os distribuidores, os vendedores. Os colaboradores e, acima de tudo, a massa grande de leitores. Não esquecemos, destes, os que nos acompanham no estrangeiro, onde vivem, trabalham e educam os seus filhos e netos. É para todos eles que o jornal existe e se justifica.

Vamos continuar, ora nas edições de papel ora pela via “online” ou, ainda, pelas inúmeras iniciativas que nos distinguem e que marcam a diferença.

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