Tudo começou depois de uma reunião para escolher os membros para integrarem as mesas de voto, reunião para a qual o MPT diz, em comunicado, não ter sido convocado, tendo, inclusive, apresentado um protesto junto do tribunal, da autarquia e da Comissão Nacional de Eleições, como é explicado na página de Facebook de Ana Monteiro.
Contudo, “a candidata enviou-me, por Whatsapp, a convocatória e um e-mail para eu estar presente, referindo que tínhamos as credenciais para o efeito. Quando lá cheguei, pediram-me a credencial, entrei em contacto com a candidata e foi lá o companheiro dela levar a credencial do MPT”, explica Mário Queirós à VTM. Sobre a ação apresentada em tribunal revela que “pediu que a reunião fosse repetida, devido a irregularidades na convocatória”, sendo que “o edital está afixado à porta da junta, está publicado no site e ela também me mandou a cópia do ofício da junta”. Artigo exclusivo PREMIUM
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