No final da reunião de câmara, que decorreu na quinta-feira, a presidente referiu à VTM que na ordem do dia “tivemos quase 30 pontos na ordem de trabalhos para notificar as pessoas devido ao consumo excessivo de água. E até a posição dos senhores vereadores foi que os pareceres já dariam todas indicações do que é necessário. São questões de mero expediente que poderiam ser perfeitamente delegadas. Não vejo que haja aqui uma diligência célere nos processos quando estes que são mera notificação têm de ser a reunião de câmara”.
A autarca disse acreditar que, com o tempo, “as coisas também se comecem a concertar e as diligências sejam mais céleres e que haja uma reflexão daquilo que precisa de ir efetivamente a reunião de câmara ou não”. E como foi possível verificar, nos processos do urbanismo, “os senhores vereadores não quiseram consultar os próprios processos, acreditando nos pareceres técnicos. Não vejo qual seja o motivo para estes processos virem a reunião de câmara”.
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