O governante enalteceu o trabalho dos agricultores que diz serem “fundamentais” para o desenvolvimento do país.
“Em territórios como Valpaços aquilo que cria riqueza e fixa a população é a agricultura e a agroindústria, para além de alguma pequena indústria. Depois, é a floresta que traz investigação e inovação. E para tornar a região mais atrativa, temos de apostar no turismo, mantendo um território bem cuidado”. Pelo que “os recursos financeiros dos programas operacionais regionais também devem ter estes objetivos”, sublinhou o ministro.
Sustentou ainda que se verifica uma “mudança” nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) sobre a agricultura e floresta. “Antes de chegarmos ao Governo, o que estava destinado para estes setores era zero euros de 3.400 milhões de euros. Felizmente, agora, vão avançar apoios para o enoturismo e cooperativas. Aquilo que eu digo é muito simples, não se esqueçam que a agricultura e a floresta são criação de riqueza e coesão territorial. Pelo que os milhares de milhões que vão existir, de 2028 a 2034, devem colocar a elegibilidade da agricultura e da floresta, porque são essenciais ao país”.
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