Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022
Eduardo Varandas
Eduardo Varandas
Arquiteto. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

A polémica sobre a aquisição dos submarinos

De vez em quando, assistimos na comunicação social, ao esgrimir de argumentos a favor ou contra a aquisição de unidades navais, para dotar a Marinha de Guerra com a capacidade submarina adequada à nossa vocação oceânica.

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A maior parte do argumentário utilizado pelos defensores do contra baseia-se nas dificuldades financeiras que Portugal atravessa, como pretexto para inviabilizar essa opção. Trata-se de uma justificação que não colhe. Portugal tem uma tradição submarina que remonta aos tempos da Monarquia (datam de 1889 os primeiros estudos para a construção do 1.º submarino, que começou a ser construído em 1910, em Itália, tendo sido entregue à Armada em 1913). Depois dessa fase inicial foi sendo sucessivamente apoiada e mantida por todos os regimes políticos que nos têm governado, não devendo por questões conjunturais, ser descurada ou abandonada, essa tradição secular, pondo em causa a soberania do mar.

Note-se que há países à nossa dimensão, igualmente com

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