Segundo reza a história, as praxes nasceram com a universidade (Idade Média), atividades para integrar todos aqueles que vinham das zonas rurais para a mundividência citadina e para a cultura estudantil.
Como estudante universitário, fui praxado, mas não praxei. Tive uma praxe saudável e galhofeira: cantar músicas populares em público, contar anedotas pouco picantes, jogos, imitações, atividades ordeiras, algumas beneméritas, e encerrámos com o tradicional batismo num fontanário da cidade do Porto. Proporcionou a socialização e a integração dos novos alunos, os caloiros, e serviu para aprofundar conhecimentos e relações mútuas.
Nos últimos anos, tenho observado que as praxes seguiram um caminho impensável, de estupidificação, humilhação, violência, autoritarismo, javardice e selvajaria. Estou perplexo com o
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