Em comunicado, a GNR explica que na sequência de uma investigação que decorria há cerca de um ano, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que permitiram apurar a identidade do suspeito que “se dedicava à produção, armazenamento e distribuição de canábis”.
Nesta operação, designada por “Operação Maçã Verde”, foi possível ainda apurar que o indivíduo “atuava de forma dissimulada, utilizando as suas propriedades agrícolas de fruto para cultivo de canábis, procedendo posteriormente à sua secagem, armazenamento e acondicionamento, para vender o produto estupefaciente a diversos consumidores dos concelhos de Carrazeda de Ansiães, Vila Flor e Torre de Moncorvo”.
Nas diligências policiais foram apreendidas 1.963 doses de canábis, 270 euros em dinheiro, uma arma de fogo, mais de 400 cartuchos e munições, três telemóveis, quatro balanças de pesagem e três caixas com sementes de canábis, entre outro material.
A GNR encontrou ainda oito livros com informação sobre o cultivo de canábis.
O suspeito, com antecedentes criminais por ilícitos da mesma natureza e tendo já cumprido pena de prisão, permanece nas instalações da Guarda até ser presente hoje, dia 29 de novembro, no Tribunal Judicial de Vila Flor, para aplicação das medidas de coação.
A operação contou com o reforço do Posto Territorial de Mirandela, do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Mirandela, da Secção Cinotécnica do Destacamento de Intervenção (DI) de Bragança e do Grupo de Intervenção e Operações Especiais (GIOE) da Unidade de Intervenção (UI).




