Entre as principais conclusões, o trabalho destaca a importância da proximidade aos serviços essenciais, da acessibilidade universal e do envolvimento das pessoas para a redução das desigualdades e promoção da inclusão social.
O estudo identifica também desafios como a insuficiência e inadequação de horários dos transportes públicos, as barreiras de acessibilidade, os custos da mobilidade e as diferenças entre territórios urbanos e de baixa densidade.
Maria José Vicente, coordenadora nacional da EAPN Portugal, explicou à VTM que o retrato apresentado pelo estudo mostra que “ainda há um longo caminho a percorrer. E o primeiro caminho é perceber como as questões urbanísticas e a mobilidade afetam as pessoas na generalidade, mas também como pode condicionar o acesso a direitos e oportunidades”.
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