O jovem vila-realense teve contacto, desde cedo, com o mundo da viticultura por ter parte da sua família em Castedo do Douro, concelho de Alijó. Habituado a trabalhar no terreno, iniciou a licenciatura de enologia e frequenta o segundo ano. À VTM, Filipe Oliveira apresenta a sua equipa como pessoas com experiência, quer na direção, na mesa de assembleia, ou no conselho fiscal. Entre jovens e adultos, há uma entreajuda quando se trata de tomar decisões importantes.
Explica que a equipa pretende “arriscar, ter novas ideias e novos eventos”. No vinho, que considera ser “um mercado gigante”, o jovem considera que está distante da juventude. E, por isso, o seu foco passa por trazer mais eventos, não só organizados na UTAD, mas também criar uma ligação com a cidade e com o Douro.
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