Em comunicado, a autarquia manifesta o seu “mais profundo repúdio” perante os danos causados, referindo que a reincidência destes comportamentos obrigou o município a tomar medidas para salvaguardar o património público.
“Infelizmente, a reincidência destes comportamentos antissociais e criminosos forçou esta autarquia a determinar o encerramento temporário das referidas instalações, uma medida necessária face aos graves danos registados”, lê-se no comunicado.
Os casos têm sido constantes, com a autarquia a dar conta de que, nos últimos meses, foram realizadas várias intervenções de reparação e substituição de equipamentos, incluindo portas e estruturas em madeira, loiças sanitárias, tubagens, fechaduras, armários de apoio e espelhos, frequentemente danificados ou destruídos de forma deliberada.
A autarquia sublinha que estes prejuízos representam “um encargo financeiro evitável para o erário municipal”, recordando que os custos das reparações são suportados pelos contribuintes do concelho.
“A câmara municipal não pode pactuar com a degradação gratuita de infraestruturas essenciais ao bem-estar da população e dos visitantes. Como tal, apela-se ao civismo de todos os cidadãos e informa-se que serão efetuadas competentes denúncias sempre que se verifiquem atentados contra o património do concelho”, lê-se no comunicado.




