Foi o próprio grupo que enviou um vídeo para a redação da VTM e para outros órgãos de comunicação social, dando conta que na madrugada de sábado, 28 de março, pintou paredes, partiu o portão e danificou o sistema de segurança de um edifício que dá como garantido ser propriedade da empresa em Covas do Barroso.
A acompanhar as imagens de alguns indivíduos junto a uma propriedade, é lida uma comunicação. Segundo a voz, que depois se percebe ser de alguém que tem um fundo preto por trás e cara tapada por uma balaclava, tratou-se de “um ato político reivindicado”.
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