Daniel Amorim, diretor da Baladi, explicou que o objetivo principal do projeto “é mostrar que existem mecanismos que tornam o processo de gerir a floresta muito mais rápido”, sublinhando que o setor “evolui à mesma rapidez que os computadores e os tablets”.
Com a escassez de recursos humanos no setor, Daniel Amorim refere que “é necessária mão de obra especializada e a maquinaria ajuda a fazer o trabalho de forma mais rápida”, destacando várias máquinas que ajudam nos trabalhos. “Trouxemos para mostrar maquinaria apropriada para trabalhar em terrenos com muito declive, como uma aranha dos baldios de Pardelhas”.
Na feira foi possível verificar as inovações do setor, com um drone da corporação de bombeiros da Cruz Branca, que é usado em operações de socorro e monitorização de incêndios florestais. Artigo exclusivo PREMIUM
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