Mesmo assim, a estimativa ronda uma centena. Andradina Teixeira, cabo-verdiana a viver em Vila Real, disse à VTM que há um grupo de 21 alunos a estudar na Escola Agostinho Roseta, mas também há na UTAD, assim como a trabalhar em diversas áreas, que vão desde a medicina à construção civil e informática.
“Vejo os cabo-verdianos a procurar Vila Real não só para estudar, mas também para viver, por causa da qualidade de vida, da segurança e da educação”, sendo que as maiores dificuldades são a “falta de habitação e as rendas caras”.
Esta cabo-verdiana falava à margem da visita da secretária de Estado das Comunidades de Cabo Verde, Vanuza Barbosa, no âmbito da sua
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar






