O objetivo é “preparar o caminho para o futuro”, explica a presidente da câmara municipal anfitriã. Com esse fim, no âmbito de um projeto Ultreia Sudoe, foi realizado um estudo para analisar quais serão os problemas que o Caminho de Santiago e os peregrinos enfrentarão.
Um dos propósitos do projeto piloto “é tentar adaptar os peregrinos e as novas realidades a comunidades mais pequenas”, já que é direcionado para territórios de baixa densidade.
Criar paradas do peregrino será uma das soluções a ser aplicada, inclusivamente em Vila Pouca de Aguiar, que já escolheu um espaço para esse efeito, embora a autarca não revele, para já, qual é. Este espaço será de apoio ao peregrino, e “pode ajudar a economia local, com venda de produtos locais, que possam chegar ao destino final” após a peregrinação, explica Ana Rita Dias. Artigo exclusivo PREMIUM
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