“Eu juntei-me com o meu marido em 2016, ele já estava doente. Entretanto, em 2020, comecei a ir ao hospital, com crises, e ninguém conseguia identificar o motivo”, recorda, explicando que “tinha dores de cabeça, vómitos, falta de ar, ardência dos olhos”.
Entretanto, em agosto do ano passado, soube que o motivo de tantas idas ao hospital se prendia com uma intoxicação. “Desenvolvi cancro na tiroide”, indica, salientando que “o meu marido foi diagnosticado com vários cancros, com metastizações”.
Foi então que começou a juntar as peças. “A casa onde nós moramos foi a primeira escola da aldeia. Em 2002, um senhor comprou metade da casa ao meu cunhado, para ir para lá morar. Mas isso nunca aconteceu. Abriu lá uma oficina de pintura de carros”, refere a queixosa. Artigo exclusivo PREMIUM
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