Criticou o atual executivo socialista, referindo que o concelho “vai perder 2,5 milhões de euros” do Plano de Recuperação e Resiliência que eram destinados à construção de habitação social por “falta de execução”. “O que propomos é diferente, vamos acabar com o legalismo cego que trava obras particulares e expulsa jovens casais para concelhos vizinhos”. Pelo que propõe “simplificar os procedimentos, rever o PDM e criar uma política habitacional acessível, utilizando edifícios devolutos espalhados pelo concelho”.
Entre as muitas propostas que apresentou no Fórum de Atividades, o candidato à liderança da autarquia referiu que vai apostar na criação de emprego nas áreas da inovação e tecnologia, em cursos profissionais com maior empregabilidade e atrair nichos de atividades económicas. Artigo exclusivo PREMIUM
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