Esta edição arranca com uma homenagem ao fundador e impulsionador do evento, o padre António Fontes. Cruzando o sagrado e o profano, o congresso foi criado para “reforçar o valor da medicina popular e o poder das plantas para combater doenças”.
E tendo em conta o papel do padre na junção destes dois elementos, o Município de Montalegre e a organização, a cargo da Associação de Defesa do Património Vilar de Perdizes, decidiram prestar-lhe homenagem.
A presidente da Câmara Municipal de Montalegre sublinha que “estamos perante a figura maior deste congresso”. Segundo Fátima Fernandes este “é um reconhecimento ao homem estudioso, ao etnógrafo e ao grande divulgador da cultura e identidade do Barroso”, considerando este um “evento âncora” para o concelho.
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