Embora a animação medieval já fizesse parte da sua atividade desde 2010, foi em 2021, durante a pandemia, que a ideia do pai de Inês ganhou vida e espaço físico próprio. “Por causa da pandemia, os eventos foram cancelados e então o meu pai decidiu avançar com este projeto”, refere Inês Esteves. No “Contrasenso” explicou que o espaço “foi construído de raiz e de forma artesanal”.
No fundo, o Covil do Lobo é uma aldeia medieval. “O espaço foi totalmente construído de forma artesanal, maioritariamente em madeira, com recurso a materiais reutilizados e respeitando a paisagem natural”, revela, dando conta que “à entrada, os visitantes deparam-se com torres e muralhas” que marcam o início da experiência. Lá dentro, “encontram oficinas de profissões antigas, estruturas medievais, animais de quinta e várias atividades interativas”.
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