Quinta-feira, 23 de Julho de 2026

Dar com o nariz na porta

Os abortacionistas andam, por aí, numa euforia. As sondagens parecem que lhes são favoráveis e julgam que, ganhando, fica o problema do aborto resolvido. Contudo, se há algo que sempre foi recorrente, na sociedade portuguesa, foi o facto de a maioria das leis não possuir exequibilidade prática, ou seja: não existirem condições, no terreno, para […]

Os abortacionistas andam, por aí, numa euforia. As sondagens parecem que lhes são favoráveis e julgam que, ganhando, fica o problema do aborto resolvido. Contudo, se há algo que sempre foi recorrente, na sociedade portuguesa, foi o facto de a maioria das leis não possuir exequibilidade prática, ou seja: não existirem condições, no terreno, para a sua aplicação. Geralmente, por falta de meios, de logística preexistente, inclusive de material humano. Se muitas boas leis têm caído no rol dos arquivos por estes motivos, imaginem as más. E nesta questão da despenalização do aborto (liberalização encapuzada que não se vai contentar com esta frincha), há uma questão que tem sido subestimada e que se revela de

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