Hoje, a diretora geral foi questionada pelo jornal A Voz de Trás-os-Montes, na habitual conferência de imprensa diária sobre a situação pandémica, sobre os receios de cabeleireiros, clínicas, cafés e outros estabelecimentos relacionados com a disponibilização de jornais e revistas aos clientes, Graça Freitas afastou praticamente o perigo de contaminação através do papel. “Manusear papel, sejam jornais, sejam revistas, sejam cadernos, não implica um risco acrescido”, reitera, adiantando que aquilo que a Direção Geral de Saúde recomenda aos espaços comerciais, como cabeleireiros ou consultórios, é a higienização das superfícies, que se torna mais fácil se não houver objetos em cima das mesmas. “É muito mais fácil higienizar uma banca entre cada cliente onde não está nada”, pois “basta polvorizar, passar um pano e fica limpo”.
Graça Freitas acrescentou ainda que o risco de manusear papel “não é grande”, mas “continuamos a achar que em zonas comerciais esse papel não deve estar presente apenas porque demora muito a capacidade de higienizar as superfícies”.
Recorde-se que, recentemente, esta responsável referiu “cabe aos utilizadores terem algum cuidado no manuseamento” de jornais e revistas e cumprirem as “regras de higiene que deviam ter sempre, com covid ou sem covid”.






