Sexta-feira, 1 de Maio de 2026
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Família pede ajuda para consertar plataforma elevatória

Matilde sofre de paralisia cerebral e luta, diariamente, contra dificuldades a nível motor que a impedem de andar, falar ou comer sozinha.

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Em 2024, através das redes sociais, os pais pediram ajuda para adquirir uma cadeira de rodas, com a VTM a ajudar esta família a levar o seu pedido a mais pessoas. À data, o pedido foi ouvido e a cadeira chegou em forma de presente de Natal antecipado.

Agora, a família está, novamente, a precisar de ajuda. Prestes a completar 17 anos, Matilde está praticamente fechada em casa, tudo porque a plataforma eletrónica que os pais usam para com ela descer e subir as escadas de casa avariou.

“Estivemos três semanas à espera que a empresa enviasse os técnicos para avaliar a situação. A plataforma ficou a funcionar, mas eles foram embora e aquilo avariou outra vez. Fiquei com a Matilde a meio das escadas. Tive que esperar pelo meu marido para conseguirmos tirá-la dali”, explica Carmo Santos.

Entretanto, chegou o orçamento para consertar a plataforma, mas a família não tem condições para pagar. “São 1.800 euros. Com as terapias e tudo mais, fica difícil despender esse valor. Temos o dinheiro contado ao cêntimo”, confessa.

Foi por isso que decidiu, mais uma vez, apelar à solidariedade das pessoas. Na página de Facebook “A Matilde quer continuar a vencer”, onde vai publicando as conquistas da filha e onde faz alguns sorteios para angariar dinheiro para as terapias, Carmo Santos deixou uma mensagem.

“Depois de semanas difíceis, já temos o orçamento para reparar a plataforma elevatória da nossa filha, que está avariada há mais de um mês. Infelizmente, não conseguimos suportar este custo sozinhos e é com humildade e esperança que vimos pedir a vossa ajuda”, lê-se na publicação.

Carmo Santos lembra que a plataforma “é essencial para a mobilidade da Matilde”, mas dá também “conforto, dignidade e liberdade para podermos sair e entrar em casa”, admitindo que a reparação da plataforma “permite que a Matilde volte a ter acesso seguro e independente à nossa causa”.

Por agora, o acesso faz-se a muito custo. “Ela é pesada e, além disso, temos que a levar às costas e depois voltar para levar a cadeira. É complicado”.

Neste momento, a Matilde “está muito tempo em casa, também por estar de férias”, afirma a mãe, dando conta que “não tem ido muitas vezes às terapias, não só pela dificuldade em transportá-la, mas também porque não conseguimos pagar as terapias. O dinheiro não dá para tudo e então aproveitamos que a clínica também entra de férias para poupar um pouco”.

Na segunda-feira, a família de Matilde tinha 500 euros angariados, ficando a faltar 1.300 para conseguirem alcançar o valor necessário para reparar a plataforma elétrica.


Para ajudar:
IBAN: PT50 0007 0000 00879797470 23
MB WAY: 963 706 901


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