Segundo a GNR, as “burlas informáticas e nas comunicações” registaram maior ocorrência (331), seguindo-se as “burlas com fraude bancária” (169). As burlas cresceram 11% comparado com o ano de 2019, quando se registaram 1.412 ocorrências.
Os militares alertam ainda para burlas no âmbito da Covid-19, que se têm vindo a registar com as vacinas. “O burlão aborda a vítima dizendo que irá ser notificada para ser vacinada, a meio do diálogo diz à vítima que necessita de descontaminar/desinfetar a moradia das vítimas com finalidade de ter acesso aos bens da vítima e no final os burlões acabam por levar os bens”, revelaram à Lusa.
Segundo um “estudo efetuado”, estas burlas dividem-se em “938 casos” para vítimas masculinas e em “649 vítimas do sexo feminino”. No entanto, as vítimas são escolhidas aleatoriamente.
A Guarda Nacional Republicana alerta que, por regra, os burlões “são homens e mulheres bem vestidos, bem-falantes” que se fazem passar por “familiares, amigos de familiares ou funcionários de alguma empresa”.
Durante 2020, a Guarda deteve “seis pessoas em flagrante delito”.






