Depois de ter feito a sua formação no SC Régua e, mais recentemente, ter sido contratada pelo Amarante FC, a jovem futebolista, de 10 anos, vai alinhar na equipa de Sub-13 de um dos grandes emblemas do desporto nacional.
A jogadora confessou o seu entusiasmo pelo novo desafio. “Para mim, é um orgulho enorme fazer parte de um clube tão grande como o FC Porto. Gosto muito de treinar, aprender coisas novas e ajudar a minha equipa. Ser guarda-redes nem sempre é fácil, mas tento dar sempre o meu melhor e nunca desistir, mesmo perante os desafios mais difíceis. O meu sonho é continuar a melhorar as minhas capacidades e a crescer no futebol, para tentar chegar o mais longe que conseguir”, sublinhou.
À história da Bárbara, aplica-se o ditado popular. “Filha de peixe sabe nadar”. Isto porque o pai, Carlos Monteiro, é guarda-redes da Associação Clube de Veteranos de Santa Marta de Penaguião, uma vocação que partilhou com a filha. “O futebol sempre fez parte da nossa família. É uma paixão partilhada por todos nós que, de alguma forma, também passou para a minha filha. Como sou guarda-redes, acabou por nascer nela o gosto especial por esta posição, e foi assim que surgiu a vontade de, também ela, defender a baliza e seguir, de certa forma, os meus passos”.
O pai da futebolista duriense confessou o seu orgulho pela chegada da sua filha a um “grande” do futebol português, mas reiterou que o fundamental será sempre a felicidade da Bárbara neste percurso que agora começa, de “dragão” ao peito. “A chegada ao FC Porto é um orgulho para toda a família, até pelo motivo de felicidade que representa para ela. Sinto-me muito feliz por ver que um percurso que começou por influência do pai se tornou uma paixão sua. No entanto, aquilo que desejo é que desfrute da oportunidade, que aprenda e que, acima de tudo, se divirta a fazer aquilo que gosta. Não espero nem preciso que seja perfeita. Como pai, o que farei é incentivá-la a ser sempre melhor, mas com uma prioridade ainda mais importante: ver a minha filha feliz”.



