“Grande parte dos jovens que já tinham ligação ao setor estão a optar por ficar com as explorações que pertenciam aos pais ou avós”, indica Catarina Gonçalves, acrescentando que “no número de efetivo há, também, um aumento. São dados que estão documentados”.
Um desses casos é João Dourado, produtor de raça barrosã há 12 anos. Herdou o gosto e o legado dos pais e dos avós e garante que “é um setor em que vale a pena apostar”.
“A agricultura, embora seja o parente pobre da sociedade, é um elemento essencial para o desenvolvimento do país, além de que sem agricultura não há comida na mesa”, frisa, acreditando ser necessário “mudar mentalidades” e também que “valorizem os nossos produtos”.
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