Atualmente, a instituição disponibiliza três respostas sociais: o Serviço de Apoio Domiciliário (SAD), o Centro de Dia e a Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI). Ao todo, são apoiadas cerca de 60 pessoas.
Segundo o presidente da instituição, António Fernandes, existe uma procura elevada, e isso reflete-se na elevada lista de espera. Nesse sentido, está já delineado um projeto de ampliação da ERPI, que prevê o aumento da capacidade de 14 para 32 camas. No entanto, o responsável explica que, de momento, não existem candidaturas abertas para este tipo de investimento, sendo necessário aguardar, dado o elevado custo da obra.
António Fernandes sublinha o ambiente “familiar e acolhedor da instituição”, onde a prioridade é “garantir a higiene e o bem-estar dos utentes”, contando, para isso, com uma equipa “dedicada, atenciosa e próxima dos idosos”.
Para assegurar o apoio à comunidade, a associação dispõe de seis viaturas, duas das quais adquiridas há cerca de dois anos, permitindo dar resposta a 11 aldeias, nomeadamente Vila Chã, Rapadouro, Chã, Carvalho, Vale de Mir, Ribalonga, Vale de Cunho, Casas da Estrada, Cal de Bois e Pópulo.
Nestas aldeias, através do SAD, a instituição presta apoio com serviços de higiene habitacional, medicação, transporte a consultas, alimentação e roupa. Além disso, “as pessoas que beneficiam do SAD podem vir à instituição, participar nas atividades que temos aqui, com os outros idosos”.
E essas atividades são, por exemplo, a ginástica, a pintura, as artes plásticas ou até ajudar com a horta.
Apesar dos desafios, nomeadamente a falta de financiamento para a ampliação, a instituição continua empenhada em reforçar a sua capacidade de resposta, garantindo dignidade, conforto e qualidade de vida aos seus utentes.






