Este trabalho surge num contexto marcado pela contestação ao projeto de exploração de lítio previsto para este território e pretende contrariar a ideia de que o baldio é um espaço “abandonado” ou “não produtivo”.
Em declarações à VTM, Diogo Sobral, um dos académicos que trabalha no projeto, explicou que se procura “ilustrar e visualizar, através de um site, a maneira como o baldio está povoado de relações, memórias e afetos”. Segundo o investigador, a iniciativa nasce precisamente da necessidade de responder à visão “abstrata” que muitas vezes é feita do território no âmbito de projetos mineiros.
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