O boletim epidemiológico diário da DGS regista uma redução do número de pessoas internadas, contabilizando hoje 2.320 internamentos, menos 28 do que na segunda-feira, 158 dos quais em unidades de cuidados intensivos, menos 14 nas últimas 24 horas.
Os casos ativos voltaram a aumentar nas últimas 24 horas, totalizando 512.571, mais 2.943 do que na segunda-feira, e recuperaram da doença 54.666 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.780.008. Casos ativos e contactos em vigilância somam mais de um milhão de pessoas (1.032.585), o equivalente a cerca de 10% da população portuguesa.
Das 48 mortes, 17 ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, 19 no Norte, sete no Centro, uma no Alentejo e quatro no Algarve. Comparativamente com a situação registada em Portugal no mesmo dia há um ano, o país tem hoje mais 50.734 novos casos de infeção – contabilizaram-se 6.923 novos casos em 25 de janeiro de 2021.
Nesta comparação, o número de internamentos é hoje inferior, uma vez que há um ano estavam internadas 6.420 pessoas, 767 das quais em cuidados intensivos, havendo também agora menos óbitos (no mesmo dia de 2021, o boletim da DGS contabilizava 252 mortes nas 24 horas anteriores).
O Norte é a região com mais novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas, num total de 25.504, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo (16.740), o Centro (9.543), o Alentejo (2.044), o Algarve (1.501), a Madeira (1.408) e os Açores (917).
Segundo os dados da DGS, 34 dos 48 óbitos foram de idosos com mais de 80 anos, nove da faixa etária entre os 70 e 79 anos, três entre os 60 e 69 anos e dois entre os 50 e 59 anos. O maior número de óbitos desde o início da pandemia concentra-se nos idosos com mais de 80 anos (12.722), seguindo-se as faixas etárias entre os 70 e os 79 anos (4.268) e entre os 60 e os 69 anos (1.808).






