Com a celebração deste protocolo a CIM das Terras de Trás-os-Montes garante um financiamento a superior a 312 mil euros para a execução de projetos que permitam aumentar a capacidade dos municípios no que respeita à recolha seletiva e reciclagem de biorresíduos na origem. “Este acordo traduz a aposta e preocupação da Comunidade Intermunicipal com o desenvolvimento de projetos que contribuam para uma gestão sustentável dos resíduos, capacitando os municípios, adquirindo equipamentos e sensibilizando a população para a correta separação dos resíduos”.
“O que é facto é que os biorresíduos constituem uma grande parte dos resíduos urbanos e, se não forem separados do restante desperdício, acabam depositados em aterros sanitários, onde contribuem para a produção de gases de efeito estufa e para a contaminação do solo e águas subterrâneas. A separação dos biorresíduos permite reduzir o volume de resíduos depositados em aterros, promover a agricultura sustentável e a produção de energia renovável”.
Recorde-se que, ao longo dos anos a CIM das Terras de Trás-os-Montes tem vindo a implementar e dinamizar projetos neste âmbito, promovendo o desenvolvimento sustentável do território e a transição para uma economia circular. Este protocolo é entendido como um passo importante para a promoção de práticas de gestão de resíduos mais eficientes e sustentáveis, com benefícios diretos para a comunidade e o meio ambiente.
A sessão, presidida pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, decorreu em Lisboa, e contou também com a presença do secretário de Estado do Ambiente, Emídio Sousa, do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Pimenta Machado e o diretor do Fundo Ambiental, Marco Rebelo. Em representação da CIM das Terras de Trás-os-Montes esteve o presidente do Conselho Intermunicipal, Pedro Lima.