No entanto, esta medida será sujeita a reavaliações e poderá não atingir o limite máximo se for verificado que o arguido já não representar uma ameaça.
Luís Filipe Silva vinha acusado de homicídio qualificado, na forma tentada, pelos crimes de incêndio, explosões e outras condutas especialmente perigosas e ainda por detenção de armas proibidas.
O caso remonta a 3 de agosto de 2024, quando o militar da GNR entrou no Posto de Trânsito de Chaves, pelas 19h00, onde se encontrava apenas um guarda e efetuou vários disparos até ser imobilizado por esse mesmo guarda.
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 0,50€Aceda à sua conta em Entrar




