Durante séculos, o mirandês foi a língua natural das comunidades do planalto, transmitida de geração em geração, enraizada no quotidiano rural, de quem vivia do que a terra dá. Hoje, continua vivo, mas enfrenta desafios que vão muito além da linguística. O principal é demográfico.
“As pessoas às vezes falam em desertificação, mas eu prefiro falar em despovoamento. Uma aldeia sem pessoas é uma aldeia sem falantes”, afirma Duarte Martins, professor de mirandês e subcomissário da estrutura de missão para a língua mirandesa, recentemente criada e que tem como missão principal a promoção, coordenação e execução de políticas relacionadas com o ensino, difusão e valorização do mirandês, atuando sob a tutela do governo.
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